Ah, "dobrar o tempo" é a minha deixa para partilhar, pela centésima vez, o meu poema preferido:
se estou
sozinha na neve
é óbvio
que sou um relógio
de outro modo como poderia
a eternidade deslizar
(da inger christensen)
(quando me apaixonei por este poema, a neve era só uma memória distante, de um daqueles sítios onde quem deslizava de um lado para o outro eram umas pessoas muito motivadas e eternidade nem vê-la. Mas depois encontrei a neve, a minha, e era mesmo assim)
Ah, "dobrar o tempo" é a minha deixa para partilhar, pela centésima vez, o meu poema preferido:
se estou
sozinha na neve
é óbvio
que sou um relógio
de outro modo como poderia
a eternidade deslizar
(da inger christensen)
(quando me apaixonei por este poema, a neve era só uma memória distante, de um daqueles sítios onde quem deslizava de um lado para o outro eram umas pessoas muito motivadas e eternidade nem vê-la. Mas depois encontrei a neve, a minha, e era mesmo assim)
Que presente tão bom para o fim-de-semana, obrigada, Rita :)